quinta-feira, 15 de maio de 2008
Faixa 121 (Rock n' Terror)
Faixa 120 (ajuda à navegação)
É com pesar que informo que aqui não temos disto. Fica a promessa de que vou tentar evitar no futuro a utilização de palavras-chave como "Marco", "Paulo", "pimba", "melhor" e "24 rosas". Deixo de fora desta lista o "o" e o "de" porque me fazem muita falta para textos futuros, assumindo o risco de ter novamente o Google à perna.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Faixa 119 (coerências)
Mentiroso. Que grande mentiroso pá!
Dois desabafos deixados por alguém que estava ao meu lado, no espaço de menos de cinco minutos, e que me levaram a ver o momento como via aquele boneco do Contra-Informação, o Cassete Carvalhas. O noticiário da Sic Notícias, às 22 horas, deu azo à coisa. Abriu com o destaque à entrevista da candidata à presidência do PSD Manuela Ferreira Leite, a falar sobre o problema dos novos pobres e o que este Governo não faz para o resolver (problema para o qual ela nunca terá contribuído já se vê). Logo de seguida veio a voz sentida de José Sócrates dizendo aquilo que em tribunal nunca se pode alegar: "Desconhecimento da Lei". Posto isto resta dizer que, "contra factos não há argumentos".
Faixa 118 (milagre público)
Faixa 117 (actualidades)

Faixa 116 (ajuda à navegação)
Agora a sério, já não chega a malta andar a fumar à vontade no avião, ainda há quem procure o vídeo? Ainda se fosse qualquer coisa de jeito...
terça-feira, 13 de maio de 2008
Faixa 115 (venha o diabo e escolha)
Faixa 113 (cortinas de fumo)
Já se vê que visitar o novo tirano da América do Sul deve ser stressante mas também não valia a pena deixar cair assim aquela máscara de health maniac.
Para dar alento a esses ex-companheiros de infortúnio aqui lhes deixo a vídeo-canção ideal.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Faixa 111 (cruzamentos)
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Faixa 109 (vidas com sorte)

P.S. - Digam não à pirataria. Se gostam do que ouvem comprem os discos, se não gostam mandem fora os ficheiros e esqueçam...
Faixa 108 (lojinha dos horrores)

Celtic Frost, Cannibal Corpse, Obituary, Pungent Stench, Sadus, Entombed, Dismember, Therion, Deicide, Autopsy, Napalm Death, Carcass, Monstrosity, Brutality, Hypocrisy, Sinister, Six Feet Under... e mais alguns de que me devo estar a esquecer de momento, poderiam ser nomes dignos para um qualquer mestre ou dominatrix de BDSM, mas não são (acho eu) e contribuiram de forma séria para criar na mente de alguns imbecis que ser satânico 'é o que está a dar'. Depois de algumas procuras na internet, e de meia-dúzia de e-mails enviados a alguns membros desse culto, recebi até hoje 0 (zero) respostas. Já lá vai algum tempo que concluí os satânicos portugueses se foram ,ao longo dos tempos, desviando da origem, muitos deles acredito que estarão ligados hoje a grupos marginais, a extrema-direita acolhe uns quantos, presumo. Os nomes ali em cima são todos de bandas de Death Metal, uma vertente musical que nunca foi a minha onda e a explicação é óbvia: não gosto.
Nunca me senti impelido a participar numa missa negra ou a saltar o muro de um qualquer cemitério para ir desenhar pentagramas invertidos nas campas, acender velinhas, ir ao talho comprar um coração de porco ou de vaca e nem sequer roubar umas galinhas ao vizinho. Já estive presente em alguns locais visitados por estes seres nocturnos, sobretudo nos anos 90 do século passado, e sempre me pareceu óbvio que, alguém que diga que, depois de ouvir (ou tentar) uma qualquer canção de Celtic Frost se sentiu impelido a fazer o farnel e rumar ao cemitério, está a delirar. O chifrudo faz parte da encenação de determinados meios musicais mas não é ele o culpado pela idiotice do ser humano que está sempre à procura de uma desculpa para a sua própria imbecilidade.
Faixa 107 (manhãs de sorte)
Foto minha: Amanhecer em Mafra quarta-feira, 7 de maio de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Faixa 102 (ajuda à navegação)
Faixa negra (silêncio que envergonha)

Voltemos atrás no tempo: 'O Palácio Nacional de Mafra é uma obra magnânime e destinada a ficar nos anais da engenharia e arquitectura mundial. Aqui se podem, ou podiam, ouvir os sons extraídos de um dos melhores carrilhões do mundo. Já lá vão dois anos e a instabilidade da estrutura de 36 toneladas do carrilhão sul continua à espera que o dinheiro que, eventualmente, sobre da construção dos estádios para o Euro 2004, evite uma derrocada cada vez mais real'.
Quando escrevi isto, em 2002, confesso que estava longe de pensar em voltar a ter de agarrar no tema seis anos volvidos, para, infelizmente, marcar oito anos no calendário da ausência dos Carrilhões de Mafra. Na altura escrevi também que, de acordo com as informações disponíveis, se apontava para 2005 o arranque das obras de substituição das traves de madeira que suportam as 36 toneladas de metal.
Há uns dias encontrei a directora do Monumento de Mafra e, mais uma vez, fiz a inevitável pergunta 'Já temos novidades? Não sei o que lhe diga, precisamos de 200 mil contos para arranjar os carrilhões', respondeu. Percebi logo ali que estamos perante uma obra de Santa Engrácia e que Portugal se arrisca a manter em silêncio um Carrilhão, único no Mundo, até que caia. Dir-me-ão que 200 mil contos, um milhão de euros na moeda nova, se arranjarão. Dir-vos-ei eu que se é possível que o Palácio Nacional de Mafra passe semanas sem telefones porque se avariou a central telefónica e não há dinheiro para a mandar arranjar; se é possível que o IPPAR tenha sido extinto e em seu lugar criado o IGESPAR sem qualquer resultado prático a não ser menos dinheiro disponível; se é possível que, na internet, a página do IGESPAR continue a dizer que será criada assim que possível, remetendo o utilizador para as páginas dos institutos já extintos, fico obviamente com muitas dúvidas.
Perante tudo isto só me fica a revolta e a tristeza pela forma imbecil como este, e outros Governos, tratam da nossa história e do nosso património. E o facto permanece: se podemos gastar milhões de euros a construir estádios de última geração, em Leiria (cerca de dois mil adeptos de média nas bancadas), no Algarve (nem uma equipa no escalão principal do futebol português), no Porto (o Bessa ainda vai dar uma dor de cabeça a muita gente), como é possível que museus tenham de ficar fechados por falta de funcionários ou que o único contacto com um dos maiores monumentos nacionais seja, durante semanas, o fax ou o e-mail?





